
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Entre mis brazos: 1º capítulo:

Entre mis brazos- AyA.

Casal Principal : AyA
Faixa Etária : a partir de 12 anos , mas todo mundo sabe o que lê
Escritora : Babi
Música-Tema : Entre mis Brazos - Lu :
Quiero convertir tu aliento tibio
en la esperanza que mañana juntos veamos el sol
tu respiras junto a mis latidos
hacen que me sienta aun mas vivo y provocarme al amor
Siento a tu cuerpo pedirme en silencio
que te protega y te lleve en mis sueños
cierra los ojos no tengas miedo
que entre mis brazos yo te tengo
Juro que...
nunca sentiras conmigo el frio
cuidare hasta el minimo suspiro
sueña que yo tambien
soñare si te encuentras bien
te pido...
que en mi pecho encuentres el alivio
de tu vida en todos los sentidos
yo no dormire, solo te vere
hasta que tu decidas regresar a mi otra vez
Quiero abrir los ojos escondidos
en la madrugada tu y yo unidos
y te des cuenta que estoy
y alrededor ya no hay peligro
tu estaras por siempre aqui conmigo
aunque te marches amor
Siento a tu cuerpo pedirme en silencio
que te protega y te lleve en mis sueños
cierra los ojos no tengas miedo
que entre mis brazos yo te tengo
Juro que...
nunca sentiras conmigo el frio
cuidare hasta el minimo suspiro
sueña que yo tambien
soñare si te encuentras bien
te pido...
que en mi pecho encuentres el alivio
de tu vida en todos los sentidos
yo no dormire, solo te vere
hasta que tu decidas regresar a mi otra vez
Sólo entre mis brazos podras sorprender al amor
de este sueño intacto que nos une a los dos
Juro que...
nunca sentiras conmigo el frio
cuidare hasta el minimo suspiro
sueña que yo tambien
soñare si te encuentras bien
te pido...
que en mi pecho encuentres el alivio
de tu vida en todos los sentidos
yo no dormire, solo te vere
hasta que tu decidas regresar a mi otra vez.
sábado, 28 de agosto de 2010
You're a true friend, you're here till the end

quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A magia chamada,


quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Sede de mentir

Omitir a verdade, magoar sentimentos.
Mentir, palavra forte, tem como significado omitir, dizer algo que não é real. Quem nunca mentiu, mesmo quando era criança? Qual pessoa neste mundo nunca escondeu algo de alguém e no final, acabou por prejudicar tanto ela, quanto a si próprio?
A mentira é algo que nasce com o ser humano e a medida que ele cresce, ela toma diferentes proporções, às vezes pequena, e outras, como no caso de políticos, grande.
Infelizmente, ninguém, consegue se safar em não mentir nunca, mas podemos controlá-la, algo que nem todos conseguem, pois já tem o hábito de omitir a verdade, crendo assim, que a justiça será feita.
Dizem que podemos classificar a mentira em dois tipos: a inocente e a cruel, mas até mesmo a mentira mais inocente pode machucar. Assim como um alcoólatra tentando parar de beber, devemos nos controlar para não mentir, porque senão, iremos nos deparar com um mundo cheio de políticos corruptos, onde o sentimento não valerá tanto quanto a sede de mentir.

domingo, 22 de agosto de 2010
Carro,
Sirenes de ambulância, barulhos de carro chocando-se em outros veículos, hospitais lotados, pedestres atordoados com medo de atravessar a rua; é assim que teremos que viver daqui para frente?
Desde pequenos, somos ensinados a seguir as regras básicas do trânsito: olhar para os dois lados antes de atravessar, esperar o semáforo ficar vermelho para os carros, nunca correr atrás da bola que cai na rua e coisas assim.
Também vemos propagandas do tipo: “se beber não dirija”, e aprendemos a sempre esperar o pedestre atravessar na faixa de segurança. Entretanto é só crescermos e chegarmos na fase da adolescência que esquecemos de tudo que nos foi dito e passamos a beber ao mesmo tempo em que dirigimos, lotando os hospitais com pessoas feridas à beira da morte, e as ruas destruídas.
Por quanto tempo teremos que viver assim? Até o homem perceber que, em algum momento, não haverá mais hospitais para salvar vidas? Mais de 40 mil pessoas morrem anualmente, e nós ainda continuamos a brincar com a direção no trânsito. Em algum momento, as pessoas passarão a seguir as regras e aí, quem sabe assim, poderemos andar na rua sem temer o fim de nossa vida?
PS: o post acima foi escrito ainda ano passado por mim, para uma competição que o detran daqui estava promovendo, infelizmente não pude enviá-lo por alguns problemas que ocorreram. Enfim, dedico ele à meu irmão, pois se existisse mais crianças como ele no mundo, talvez os acidentes poderiam ser evitados.
Now Playing: Rock and Roll - Peche
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
A mágica do faz-de-conta
PS: Post dedicado à Sara por ser igual estas princesas ditadas no texto, a qual espalha a bondade e a generosidade ao mundo, me fazendo ter orgulho em ser sua amiga, eu amo você demais, minha Sasi, minha Manu, minha Vic s2. Dedico também à minha priminha, Manuela, pois ela foi minha inspiração para escrever isso.

Sonho (2)
Realidade ou Ilusão? (pt.2)
O sinal da universidade havia tocado a recém, indicando que o intervalo havia começado. Pegou seu caderno onde anotara o conteúdo da aula, folhou algumas páginas impaciente. Por fim chegou a página desejada e continuou a escrever a partir de onde havia parado. Seu livro já estava perto do fim, e logo mais iria publicá-lo. Passou a pensar em seu príncipe, desde que começou a estudar os sonhos haviam parado, talvez houvera uma razão lógica para isto, talvez não, somente sabia que já o estranhava em seus sonhos. Reparou que todos seus colegas voltaram a sala, deduziu então que o intervalo acabara. Parou de escrever e voltou a página onde se encontrava suas anotações de aula. Tentou prestar atenção ao conteúdo que se era dado, mas seu pensamento falou mais alto. Passou a pensar em seu príncipe novamente, queria entender a razão de sonhar com ele, passou a imaginar como seria se ele existisse no plano real, quão feliz ele poderia fazê-la. Deixou o pensamento de lado quando a professora chamou-lhe para responder uma pergunta, ficou quieta, por alguns segundos reformulando a pergunta, por sorte soube responder e corretamente, plantando uma expressão menos séria no rosto de sua professora. Por fim o tempo passou mais rápido do que o esperado e a aula já havia acabado. Se dirigiu direto para o ônibus, sentou em seu lugar de sempre e retirou o caderno da bolsa, sua imaginação estava à solta dentro de sua cabeça, se pôs a escrever, pretendia terminar o livro ainda naquela semana. Encheu mais 5 páginas de seu caderno, assim que chegasse, necessitaria digitaliza-las. Guardou o caderno dentro de sua mochila novamente, recostou a cabeça no banco do ônibus e fechou os olhos. O caminho até em casa era longo, um pouco mais de 1h. Quando se deu por si, já estava sonhando, estava em um lugar totalmente novo, olhou ao seu redor e deduziu que era um parque de diversões, ouviu alguns passos pesados atrás de si, se voltou às pressas e lá estava ele, seu príncipe. Sem raciocinar direito, correu em direção à seus braços, sentia falta de sua respiração pesada em seu ouvido. Olhou em seus olhos tentando decifrar o que havia por trás destes, mas não conseguiu nada. Ele a soltou de seus braços, pousou seus lábios em sua bochecha e passou a se afastar. Ela gritou pedindo para que ficasse, mas ele nada fez. Gritou então a pedido de um nome, ele sussurrou baixo:
- Luke
- Luke?
Ele acenou com a cabeça concordando e sumiu na escuridão. Acordou um pouco aflita, por fim sabia algo de seu príncipe. Passou a pensar no nome que lhe havia sido dado. Decidiu olhar para a rua. O Ônibus parou no semáforo fazendo-a olhar com mais atenção para a rua se perdendo em pensamentos. Algo, de pronto, chamou sua atenção, olhou fixamente para ter certeza. Não pensou duas vezes, pegou sua mochila e saiu do ônibus apressada. Algumas pessoas a olhavam confusas, não era muito normal ver alguém correndo loucamente pela rua e gritando para alguém que se encontrava há uns 10 quilômetros adiante. Finalmente alcançou a pessoa desejada, a puxou pelo braço, fazendo-a voltar-se para si. Não podia acreditar no que seus olhos viam, se beliscou para saber se não estava sonhando, sentiu dor e deduziu que aquilo estava mesmo acontecendo. A pessoa continuava olhando-a intrigada, mas lhe sorriu. Giovanna olhou-a dos pés a cabeça, queria ter certeza antes de abrir a boca para falar algo que poderia estragar o momento. Decidiu pedir-lhe o nome.
- Luke
Seu rosto passou a queimar, sentia suas pernas tremerem e despojou um largo sorriso no rosto. Estava certa de que era esse seu príncipe que via em seus sonhos. Sem pensar, se atirou sobre os braços do mesmo, repousou seus lábios no dele, sentindo-os macios e úmidos. Beijou-o com calma, ele correspondeu-a. Pararam o beijo para tomarem fôlego. Olhou-o nos olhos e sorriu, seu coração parecia querer saltar de seu corpo. Sua mente estava longe. Ele olhou-a mais uma vez, lhe depositou um pequeno beijo entre os lábios e se despediu. Suspirou, havia encontrado seu príncipe e o mesmo havia lhe deixado, assim como em seus sonhos. Será que nunca mais iria vê-lo? Se perguntou. Decidiu seguir seu caminho, pôs a mochila nas costas e botou as mãos dentro do bolso da calça, sentiu que havia algo no fundo. Retirou um pequeno papel dobrado, intrigada, abriu-o e o leu. Sorriu feliz, estava ali a resposta de seu pensamento, ele havia anotado seu telefone no pequeno papel. Guardou-o em seu bolso e seguiu o resto do caminho até sua casa.

Sonho
Ela era alta, morena, esbelta, olhos de um profundo azul que se destacava na multidão. Tinha seus 18 anos, recém feitos. Chamavam-na de Gio, proveniente de seu nome, Giovanna Barlon. Diziam-na que podia ser modelo, bailarina ou algo do gênero, mas seu sonho secreto era ser escritora. Já havia terminado o colégio e estava prestes a cursar Jornalismo na faculdade, a qual passara. Era seu penúltimo dia de férias e o havia passado escrevendo seu livro, o qual só ela e sua pequena e branca cadela maltês, Mia, como era chamada, sabiam da existência do livro. Esperaria terminar a faculdade para publicá-lo. Deixou que a criatividade invadisse sua mente e continuou a escrever. Fez uma pausa longa para ir bebericar um copo de água. Olhou no relógio preto de parede que enfeitava a cozinha, já se passava da 1h da manhã. Decidiu subir as escadas e ir dormir. Vestiu seu “baby-doll” rosa preferido, com enfeites em roxo. Deitou-se em sua cama e logo dormiu. Mais uma vez sonhou com seu príncipe misterioso, o qual sempre aparece em seus sonhos. Não podia vê-lo direito, pois aonde os dois se encontravam era um lugar longe da cidade, com uma baixa iluminação, somente um feixe de luz um pouco mais atrás dela vindo de um poste. Ele podia vê-la muito bem, mas ela só podia ver os leves traços de sua pele branca. Ele lhe dizia algo que ela não podia decifrar, pois falava num sussurro baixo e ela só podia notar suas feições se movendo. Decidiu passar sua mão no rosto dele para senti-lo. Levou a mão até sua face, e fechou os olhos. Sentiu que sua mão não tocava nada, somente o ar. Abriu os olhos assustada. Procurou por ele. “príncipe misterioso, onde estás ?” indagou ela em pensamentos. Procurou com os olhos por ele em seu redor, mas ele já não se encontrava mais e em seu lugar só havia o ar e o feixe de luz fraco iluminando o lugar. Acordou assustada. Pensou por um momento "era só um sonho" deduziu ela. Mais uma noite e o mesmo sonho. Somente sua imaginação que trabalhara durante seu sono.

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Acho que por hora é isso. kisses :*
